terça-feira, 28 de agosto de 2007
1 mês sem você pai!
Postado por
** Cida Freddo **
às
22:49
2
comentários
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Inesquecível Pai!
Quanto àqueles que viste partir, de quem sofres saudades infinitas e impreenchíveis vazios no sentimento, entrega-os a Deus, confiando-os e confiando-te ao Pai, na certeza de que, se souberes abrir a alma à esperança e à fé, conseguirás senti-los, ouvi-los, deles haurindo a confortadora energia com que te fortalecerás até ao instante da união sem dor, sem sombra, sem separação pelos caminhos do tempo sem fim, no amanhã ditoso.
Postado por
** Cida Freddo **
às
04:12
0
comentários
sábado, 25 de agosto de 2007
"Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave, para sentirmos tanta saudade..."
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a lingua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe, saudade de uma cachoeira da infância. Saudade de um gosto de fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas coisas todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar sem vê-la, e ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um se acaba ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo sucos, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeito enlouquecedor, se ele cantando tão bem, se ela continua detestando o Mc Donald´s, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar as tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade não é querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz , e ao mesmo tempo perguntar a todos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmete, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Postado por
** Cida Freddo **
às
18:29
2
comentários
Que Saudades Pai!
Postado por
** Cida Freddo **
às
17:20
0
comentários
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Meu Pai, sempre vou te amar demais!
Pois é meu pai, você foi embora e nos deixou... nossa, nos deixou uma imensa saudade e uma tremenda dor em nossos corações! Como é duro, como você faz falta, meu pai! Mas você também deixou seus ensinamentos e seus conhecimentos para todos os seus filhos. Deixou seu amor e sua dedicação com seus filhos. Deixou sua dignidade e sua honra como herança para todos nós.
Postado por
** Cida Freddo **
às
16:29
2
comentários














